Como a PepsiCo usou mobilidade corporativa para acelerar a operação de vendas?
Segundo dados divulgados pela Samsung e pela PepsiCo, posteriormente repercutidos pelo TI Inside, a PepsiCo Brasil concluiu um projeto de um ano que substituiu os antigos coletores de dados usados pela força de vendas por smartphones Samsung Galaxy A, dentro de um ecossistema Knox seguro e gerenciado por MDM (gestão remota de dispositivos).
Os números dão a dimensão: são 5.500 vendedores em campo, e cada aparelho roda até 14 aplicativos simultâneos, incluindo vendas, metas, treinamentos, controle de jornada e validação de ponto de venda. Antes, os vendedores usavam handhelds lentos, que só transmitiam os dados offline no fim do dia; agora, confirmação de pedido, emissão de nota fiscal e acompanhamento acontecem em tempo real, do início ao fim.
E o ganho é medido, não estimado: o tempo de criação de pedido caiu 1 minuto e 30 segundos, uma melhoria de 15%. “Ganhamos um minuto por venda em agilidade; num mês, isso soma volumes expressivos”, resumiu Rogério Galvão, coordenador de Infraestrutura e Operações da PepsiCo Brasil.
O que muda na rotina do vendedor com tecnologia mobile?
- Pedidos registrados em tempo real: menos etapas manuais, mais agilidade e menor risco de retrabalho.
- Relatórios e metas no próprio dispositivo: acompanhamento da operação com mais rapidez e autonomia.
- Informações comerciais mais acessíveis: consulta a pedidos, produtos e dados da operação durante as visitas.
- Rotina de campo mais eficiente: tecnologia móvel ajuda a organizar atendimentos e aproveitar melhor o tempo da equipe.
Por que mobilidade é essencial para times de vendas em 2026?
Mobilidade já não é vantagem competitiva: é infraestrutura básica para vender bem. Casos como o da PepsiCo mostram que o vendedor precisa estar conectado, rápido e orientado por dados. Equipes presas a processos analógicos perdem velocidade, e no ritmo atual a concorrência agradece. Quem age antes, com informação em tempo real, ganha velocidade de resposta e visibilidade para decidir melhor.
Como aplicar mobilidade comercial na sua operação?
- Mapeie os gargalos manuais: onde a equipe perde tempo (pedido, relatório, deslocamento)?
- Escolha dispositivos e plataformas robustos, com camada de segurança e gestão remota (no caso da PepsiCo, Galaxy A + Knox + MDM) e integração aos sistemas de gestão comercial, CRM e ERP.
- Garanta treinamento e suporte: vendedor que não domina a ferramenta vira freio.
- Monitore indicadores de uso e de resultado para ajustar rápido.
Quais os riscos de ignorar a mobilidade nas vendas?
| Risco | Impacto direto |
|---|---|
| Perda de velocidade comercial | Menos visitas, menos negócios fechados |
| Erros e retrabalho em pedidos | Insatisfação do cliente e baixa produtividade |
| Falta de visibilidade em tempo real | Gestão cega, decisões lentas |
FAQ: Mobilidade e vendas
Pequenas empresas também precisam investir em mobilidade?
Sim. O cliente espera agilidade de qualquer porte, e soluções mobile estão cada vez mais acessíveis.
Quais resultados esperar ao digitalizar a força de vendas?
Mais agilidade, contribuição na conversão e redução de erros, como os 15% de ganho no tempo de pedido da PepsiCo. Mas depende da execução e do engajamento do time.
Mobilidade substitui o CRM?
Não. Ela potencializa o CRM, tornando o uso mais prático e em tempo real.
Como medir se a mobilidade está funcionando?
Monitore indicadores como tempo de atendimento, taxa de conversão e adesão ao uso dos dispositivos.
O ponto de vista da Numuu
Mobilidade e dados só viram venda quando estão amarrados a processo comercial. O case da PepsiCo funciona porque tecnologia, integração e time andam juntos, não porque o aparelho é novo. Na Numuu, tratamos ferramenta como meio: o objetivo é velocidade de captação, informação em tempo real e decisão orientada por dados, sempre com o vendedor no centro. Conheça o Chat Numuu, que ajuda a organizar o atendimento e a operação comercial.





